Facebook ganha ferramentas para prevenção de suicídios

O novo recurso funciona de forma simples. Se alguém publicou alguma mensagem que indica a intenção de causar danos a si próprio, um amigo pode reportar este post ao Facebook que avaliará o conteúdo e contatará o usuário com problemas.

A mensagem automática e privada encorajará a pessoa a procurar ajuda profissional. Ele poderá receber a sugestão de falar com um dos atendentes da National Suicide Prevention Lifeline, grupo de apoio nos Estados Unidos, que oferece dicas e conselhos para ajudar a resolver problemas.

Para quem reporta estes posts, também é oferecida e encorajada a opção de ligar ou enviar uma mensagem para a pessoa e oferecer acesso para conversar com uma atendente de um atendente em uma destas linhas telefônicas de apoio.

O programa estreia nos próximos meses nos Estados Unidos, mas a empresa espera firmar parcerias com vários grupos de prevenção ao suicídio ao redor do mundo em breve para expandir a ferramenta.

Fonte: Olhar Digital

Governo enviará “pacote da segurança” ao Congresso

O Ministério da Justiça deve enviar na próxima semana ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar com medidas que visam diminuir o assalto a caixas eletrônicos com o uso de explosivos. O documento está sendo elaborado de forma conjunta com as secretarias de segurança pública do país e deve tocar em pontos como o aumento da punição para autores desse crime. A previsão é que um projeto de lei chegue à Câmara dos Deputados na próxima semana, mas o prazo depende de que os secretários cheguem a um consenso sobre uma proposta.

Nesta quarta-feira (25), o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, participaram de um encontro com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se mostrou disposto a dar agilidade à votação do projeto na Câmara, assim que o texto for enviado ao Legislativo.

O governo paulista tem liderado essa demanda, pelo fato de São Paulo ser um dos Estados mais afetados com o uso de explosivos para roubo de caixas eletrônicos. De acordo com Moraes, o Estado registrou 28 casos só no mês passado. Ele explica que um dos pontos que estimulam a prática do crime é a baixa punição aplicada, de três a cinco anos de detenção, por ser o delito classificado como “furto qualificado”. A proposta do secretário é que a mudança na lei possa permitir uma punição mais severa, semelhante à de prática de roubo qualificado, em que o autor do crime pode ter pena de cinco a 12 casos.

“Há também a necessidade de que a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) tome as medidas necessárias que já acertamos em São Paulo e que devem ser passadas para o resto do País”, disse, explicando a necessidade de que seja feito um georreferenciamento dos caixas eletrônicos, além da aplicação de outras medidas de proteção nos terminais. Outra demanda do governo paulista, segundo Moraes, é que seja alterado o decreto de regulação de dinamites. O secretário defende a proibição de da fabricação de banana de dinamites, o que considera um “atraso” para o País, lembrando que em outros locais existe apenas o uso de explosivos mais sofisticados, que não podem ser manipulados por qualquer pessoa.

DESAFIO O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, participou de encontro na manhã de hoje com secretários de segurança pública de 24 estados. Ao sair do evento, o ministro disse que enfrentar o assalto a caixas eletrônicos é um dos desafios do país. “Diante disso, criamos um grupo de trabalho, já nos governos anteriores, que discutiram mudanças legislativas. A nossa ideia é retomar a discussão, para que em um curto espaço de tempo possamos encaminhar ao Congresso Nacional esse projeto de lei”, declarou, acrescentando que há uma “boa vontade” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, em pautar a matéria na Câmara dos Deputados assim que ela for enviada ao Legislativo.

O ministro disse, ainda, que o encontro visa uma maior política de integração entre União e as unidades da federação em termos de segurança pública. “O problema da segurança pública não é um problema um Estado ou da União, é um problema do Estado brasileiro. Ou a gente supera aquele jogo de empurra clássico, em que um diz que a culpa é do outro, sem resolver, ou nós ficaremos patinando vendo a violência crescer”, disse Cardozo.

Fonte; Noticias.r7.com

Sete conselhos de segurança para ninguém descobrir a senha do seu Wi-Fi

Feche sua rede

Deixar a rede aberta pode trazer efeitos indesejados. Além de roubar seus dados pessoais, pessoas mal intencionadas podem usar sua rede para cometer crimes. Para evitar isso, use encriptação WPA2 e uma senha forte;

Altere sua senha

Mude a senha de configuração padrão do administrador. Cibercriminosos podem facilmente controlar roteadores de usuários que mantém a senha de fábrica;

Desative a visualização do SSID

Como padrão, o SSID (a identificação da sua rede Wi-Fi) é visível para todos ao redor. Basta desmarcar essa opção para que sua rede fique invisível, impedindo que terceiros a acessem;

Desative a administração remota

Para isso, desmarque essa opção nas configurações ou introduza o endereço 0.0.0.0 no campo adequado. Os peritos da Kaspersky Lab também recomendam o bloqueio do acesso ao roteador, sempre que a ligação assim permitir, através dos protocolos Telnet ou SSH;

Desative o Wi-Fi sempre que não estiver usando-o

Além de permitirem acesso à Internet, os roteadores têm diferentes protocolos para ligar dispositivos conectados, como o Plug and Play (UPnP) ou o DLNA. Ao desativar, o risco de o software sofrer ataques por possíveis vulnerabilidades diminuirá. Reative apenas quando necessitar da conexão;

Atualize o firmware

Os updates incluem correções de segurança contra vulnerabilidades, muitas vezes a porta de entrada de hackers. Faça os downloads de páginas oficiais e não confie em recursos suspeitos;

Atualize seu antivírus

Todo cuidado é pouco, então seja sensato na hora de atualizar e usar a sua rede Wi-Fi doméstica. Use bons antivírus e soluções de segurança que permitam comprovar o nível de proteção da sua rede wireless;

Dica de antivírus

Manter seu computador sempre protegido é a melhor forma de se prevenir contra ataques virtuais. Veja no TechTudo Downloads os melhores antivírus grátis para Windows e aproveite para conferir opções de antivírus para Android. Os gerenciadores de senhas também podem ser muito úteis, foi pensando nisso que criamos um kit com os melhores para você; proteja-se.

Fonte: TechTudo.

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Nove dicas para fazer a declaração do IRPF 2015 em segurança; veja lista

Isso porque, acontece por causa do grande número de acessos em um único site e a transferência de dados pessoais importantes. Para se proteger, a Symantec, agência de segurança online, oferece nove dicas para fazer a declaração IRPF 2015 com segurança.

O envio da Declaração IRPF tem início no dia 2 de março de 2015, data alvo para a aplicação de golpes phishing, instalação de malwares ou outros recursos com funções maliciosas para roubar ou interceptar essas informações.

Nesta versão, a Receita Federal liberou inclusive o uso de aplicativos móveis para o envio da declaração, para deixar o processo ainda mais prático. Mas algumas prevenções devem ser tomadas.

1) Certifique-se de navegar na página correta da Receita Federal

Muitos cibercriminosos forjam sites semelhantes ao da Receita Federal, para roubar dados e instalar malwares. Na dúvida, evite acessar links redirecionados, recebidos em e-mails ou mensagens, por exemplo. Prefira acessar o site diretamente pelo endereço oficial (receita.fazenda.gov.br).

2) Não faça download do aplicativo em sites suspeitos

Sempre baixe os aplicativos e programas para fazer a Declaração do IRPF pelo TechTudo ou pelo site oficial ou de fonte da Receita Federal, nas lojas de apps Google Play, para Android, e App Store, para iOS. Nada de páginas ou recursos genéricos: eles provavelmente estão com intenções maliciosas.

3) Faça uma cópia de segurança da declaração

É sempre bom manter uma cópia da sua declaração salva, caso seu computador seja hackeado. Dessa forma, você evita a dor de cabeça de ter que recomeçar o processo, caso algo dê errado.

4) Para senhas, utilize letras, números e caracteres especiais

Quanto mais complexa for sua senha de acesso mais difícil será para um cibercriminoso desvendá-la. Por isso, prefira adicionar letras em maiúsculo e minúsculo, caracteres especiais e números para deixar a senha mais segura. Isso vale para qualquer tipo de acesso, seja na hora de baixar o app pelo dispositivo móvel ou para fazer cadastros.

5) Confira sempre extratos do banco e do cartão de crédito para se certificar que suas contas não estão tendo movimentações indevidas

Muitas pessoas esquecem de bater os pagamentos quando recebem a conta do cartão de crédito, ou de conferir os gastos na conta-corrente. Isso pode ser um grande problema, caso seus dados financeiros sejam clonados ou roubados para utilização indevida.

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Por isso, é importante prestar atenção na sua movimentação bancária e nos gastos do cartão de crédito para não pagar acidentalmente compras que você não fez – e alertar o banco nesses casos.

6) Instale e mantenha atualizado um software de segurança completo

Manter um antivírus instalado e atualizado é importante no computador e até mesmo no celular. Isso dificulta a ação dos cibercriminosos na instalação de vírus ou roubo de dados, mantendo seu dispositivo ou PC mais seguros. Para ajudar, veja algumas opções de antivírus gratuitos para Windows e versões para proteger o seu Android.

7) Nunca clique em links suspeitos nos e-mails, SMS ou em páginas da internet, mesmo no seu celular

Sempre prefira o link oficial da Receita Federal para fazer sua declaração e principalmente não clique em links desconhecidos. A dica vale para usuários de computadores ou smartphones. Seja no e-mail, mensagens ou até SMS, evite abrir a página mesmo se tiver sido enviada por um amigo. Desconfie também se pedir informações pessoais ou dados, e apague recados deste tipo se não tiver solicitado previamente.

8) Coloque uma senha no seu telefone assim como um software que permita apagar remotamente dados, caso o dispositivo seja roubado ou perdido

Manter uma senha de segurança para caso de roubo do celular pode ajudar bastante na hora de apagar os dados remotamente, e evitar o uso indevido de informações do usuário. Afinal, quase todos mantém dados pessoais e acabam até acessando recursos financeiros pelo smartphone e computador. Alguns antivírus tem essa função de bloqueio remoto e limpeza completa de informações do aparelho.

9) Mantenha o Sistema Operacional e os softwares do computador atualizados, instalando os patches de segurança e atualizações mais recentes.

Uma das prevenções principais é manter o sistema operacional do seu computador ou celular sempre atualizados. Essa medida ajuda a não deixar brechas para a invasão de malwares e a corrigir possíveis erros na plataforma, para aumentar a segurança.

Pronto! Com essas dicas, você está preparado para fazer sua Declaração de Imposto de Renda da forma mais segura possível – e não se esqueça, o prazo começa na próxima segunda-feira (02).

Fonte: TechTudo

Como colocar em prática objetivos traçados?

por Vagas Profissões

Quem já não passou pela situação de ter feito vários planos e chegou ao final de um ano com a sensação de não ter realizado boa parte deles? Pois é, essa vivência é bem mais comum do que se imagina. Mas por que isso acontece? Márcio Silva, consultor sênior da Corporativa Brasil, diz que o problema é a falta de planejamento para colocar objetivos em prática.

“A palavra de ordem para colocar em prática objetivos traçados é organização”, afirma. Para ele, quando há um objetivo a ser alcançado (ou até mesmo um sonho) é preciso traçar metas para conquistá-lo. “A ideia vale tanto para a vida pessoal como a profissional. O primeiro passo é determinar o alvo e depois fragmentar as etapas”, explica.

Silva faz uma analogia entre a compra de um carro novo e a conquista de uma vaga no mercado de trabalho. No caso do veículo, o caminho a ser percorrido é determinar a quantia que se quer gastar, fazer um balanço de como levantar o dinheiro, e poupar mês a mês parte do que se ganha para o pagamento do financiamento ou para uma reserva para a quitação à vista. “Esse planejamento é essencial para a realização do objetivo”, destaca.

E na carreira profissional isso não é diferente. O consultor explica que o alvo pode ser uma determinada empresa ou um cargo específico. A partir daí, a regra é traçar as metas.  Algumas reflexões, segundo ele, são fundamentais. “Questionar a si mesmo se você tem condições de atuar em determinada empresa, cumprindo as exigências que o cargo pede e as competências que a posição exige é a primeira delas”, comenta.

Traçar caminhos
Com o alvo definido, reflexões feitas e metas estabelecidas é hora de ir à luta. “Caso o profissional tenha identificado alguma falha para cumprir as exigências do cargo ou companhia, o momento é de buscar qualificações e aperfeiçoamento para se tornar apto a tal posição”, analisa.

Silva diz que o questionamento deve ser sempre na direção de “onde posso melhorar”. “Desenvolver novas habilidades e competências, seja por conta de cursos específicos, fluência em idiomas ou treinamentos gerenciais são decisões assertivas em qualquer etapa da vida profissional”, ressalta.

Para o consultor, os planos profissionais e pessoais devem ser sempre revistos, atualizados e readaptados. “Acredito que um objetivo quando planejado corretamente tem maior probabilidade de sucesso. Isso vale para quem busca uma vaga ou para quem quer um plano de carreira na empresa que já atua”, avalia. Outra dica é ficar atento às oportunidades e se preparar para elas.

Com base nesse propósito, Silva menciona um roteiro que pode contribuir para que os objetivos passem de planos à realidade na vida corporativa:

  • Determine o alvo;
  • Analise suas forças e fraquezas;
  • Considere as condições externas e internas;
  • Projete cenários;
  • Crie estratégias;
  • Tenha disciplina e seja firme em seus propósitos.

Descubra o que a empresa espera de você

por Vagas Profissões

Quando buscamos uma oportunidade no mercado de trabalho sabemos, ou pelo menos temos ideia, daquilo que queremos da nova empresa onde vamos atuar. Isso vale para o ambiente corporativo, salários, benefícios, plano de carreira e o desenvolvimento profissional. Mas e o contrário? Como saber o que a empresa espera de você?

Jaqueline Weigel, diretora executiva da Weigel Coaching, diz que no topo da lista de qualificações que o profissional precisa ter está o comprometimento. “Empresas de todos os portes e em qualquer área querem que seus colaboradores sejam comprometidos com o negócio da companhia. Só há espaço para quem esteja disposto a contribuir junto”, afirma.

Mas o que acontece, muitas vezes, é que já na entrevista de trabalho o RH da empresa não é claro sobre o que espera daquele profissional para a vaga aberta. Nesse caso, vale o questionamento de detalhes do cargo como tarefas cotidianas, formação da equipe, objetivos da função e entendimento do negócio corporativo. “Com essas informações fica mais fácil descobrir seus talentos e limitações para tal oportunidade e até projetar cenários para o qual você possa estar disposto ou não.”

Já dentro da companhia, o direcionamento do trabalho pode vir de muita conversa com o chefe, o gestor e os outros colaboradores. “O feedback é a ferramenta mais importante para o alinhamento das tarefas rumo a um objetivo comum”, diz. Essa avaliação permanente, mesmo que informal, serve de base para a estratégia global da equipe. “Pró-atividade é sempre bem-vinda e desejada”, completa.

Pilares fundamentais
Jaqueline avalia que nenhuma empresa mantém em seu quadro de colaboradores profissionais que ligam o piloto automático para desempenhar suas tarefas e explica que a coragem para perguntar e até questionar são características cada vez mais valorizadas. Aliado a isso, ela ressalta três habilidades que devem fazer parte do perfil profissional: velocidade, qualidade e inovação.

Combinando todas essas questões, diz ela, descobrir se estamos indo ao encontro do que a empresa espera da gente é um processo mais fácil. “Vale lembrar que cada profissional é responsável por suas escolhas e tem o poder de trilhar a rota de sua carreira. Essa é uma característica pessoal e que deve ser sempre avaliada”, comenta.

A persistência em busca do aprimoramento do trabalho é outro ponto importante. Segundo a coach, refletir sobre o andamento das coisas é atitude que ajuda na direção da carreira. “Saber o que se quer e aonde quer chegar são objetivos que muitas vezes não estão claros para o profissional. Então, é hora de repensar a realidade na qual estamos inseridos para perceber se o que oferecemos vai ao encontro do que a empresa quer e, mais ainda, se está alinhado ao que queremos para a carreira.”

Convivência corporativa: tarefa nada simples

por Vagas Profissões

Quem é que já não ouviu falar que o local de trabalho é a nossa segunda casa? Pois bem, se passamos lá a maior parte do dia, é fato que esse ambiente tem que ser o mais agradável possível. Mas nem sempre é isso que acontece. Muitas vezes temos que enfrentar colegas e chefes com comportamentos difíceis de lidar. E nesses casos de convivência corporativa, o que fazer?

Vera Martins, diretora da Assertiva Consultores e especialista em desenvolvimento de pessoas no ambiente organizacional, diz que o primeiro passo é “respirar fundo” e ser assertivo. “Para enfrentar chefes mandões, autoritários ou agressivos, por exemplo, é preciso estar munido de fatos e dados que reflitam seu posicionamento firme diante das situações.” Ela explica que isso não significa “bater de frente” com as posições deles, mas uma demonstração de autoconhecimento.

Na opinião dela, o autoconhecimento é uma característica essencial que falta a muitos chefes no ambiente corporativo. “Eles não sabem ao certo o que querem ou onde desejam chegar, mas cobram resultados dos seus subordinados o tempo todo para obter aprovação dos seus superiores. Na prática, isso só reforça sua insegurança no desempenho da atividade”, afirma.

Saber ouvir, argumentar, ser firme em seus propósitos e até contrapor opiniões são habilidades imprescindíveis para quem tem que enfrentar chefes difíceis em seu dia a dia. “Essas práticas contribuem para a maturidade profissional e o colaborador maduro acaba sendo um agente de mudança no ambiente organizacional. Afinal, é ele quem poderá dar feedback às outras pessoas da equipe sobre o desempenho do trabalho”, reflete.

Temperamento difícil
E o temperamento difícil não é exclusividade dos chefes. Colegas de trabalho também podem ter características agressivas, irônicas, bajuladoras, sarcásticas ou muito bondosas que podem comprometer o seu desempenho e, até, de uma equipe inteira. “Exemplo disso é o profissional bonzinho, que nunca diz não, e se compromete com coisas que não conseguirá cumprir”, diz a consultora.

“Além dele se prejudicar, pois convive com um alto nível de estresse, pode acarretar um mal maior que acaba refletindo nas pessoas que trabalham ao seu lado, pois normalmente ele tem autoestima baixa, é inseguro e pessimista”, ressalta Vera, que é autora dos livros Tenha Calma! e Seja Assertivo!.

Da mesma forma que o bonzinho, o colega que é um “bajulador” da empresa ou do chefe é mais um problema a ser enfrentado. “Esse profissional normalmente busca salientar as qualidades dos seus superiores e da organização para ganhar a confiança de todos. No entanto, é dissimulado e não pensa duas vezes em expor as fraquezas dos colegas em público”, analisa.

Para lidar com ele, Vera conta que a maneira mais prática é registrar tudo o que ele fala (ou reunir o máximo de evidências sobre suas posições) para que em uma eventual situação de desconforto você possa se defender. Afinal, ressalta ela, esse gênero é dissimulado e tende sempre a querer reverter a situação a seu favor.

Ficar anos na mesma empresa prós e contras.

por Vagas Profissões

O mundo corporativo vê com bons olhos o profissional que fica por muitos anos em uma mesma empresa? Para analisar essa situação, conversamos com Julio Sergio Cardoso, diretor de uma consultoria que leva seu nome e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele diz que a prática pode ser interpretada por aspectos positivos e negativos.

O primeiro deles é o grau de fidelidade de ambas as partes, tanto pelo lado do empregado como do empregador. Na opinião dele, ficar por um longo período na mesma companhia demonstra essa característica, extremamente importante em um ambiente competitivo como o nosso. Por outro lado, acarreta ao colaborador a falta de experiência em busca de desafios de mercado.

Segundo Cardoso, permanecer por menos de três anos em várias empresas seguidas pode demonstrar um profissional não comprometido com a organização e que tenha dificuldade de adaptação. Já aquele que fica por mais de cinco anos é valorizado pelo fato de ser mais assertivo em suas escolhas.

No entanto, Cardoso ressalta que não há fórmula mágica que determine um bom período que o profissional deva permanecer em cada empresa. Mas há uma regra simples: enquanto ele estiver satisfeito com o desempenho de suas funções e enxergar crescimento para a sua carreira não há problema algum. “O que não é aceitável é ficar acomodado e com medo de sair dessa zona de conforto”, explica.

Valorize o velho, mas busque o novo
Encarar novos desafios é sempre saudável à vida corporativa, por isso, Cardoso recomenda que anualmente os profissionais façam uma reflexão sobre o que querem da sua carreira. “A análise deve partir da satisfação ou não com o atual emprego e passar por perspectivas salariais, processos de trabalho e oportunidade de ampliar seu relacionamento no mercado.”

A partir daí, vale a motivação pelo cargo atual ou a busca por mudanças. Na opção pelo velho, segundo ele, só não pode é ficar por muitos anos no mesmo posto. “Essa condição demonstra um profissional que tem medo do novo e isso é prejudicial”, comenta. Por outro lado, a perspectiva futura deve sempre estar acompanhada do entusiasmo com a nova organização e com o papel a ser desempenhado.

E se a escolha pelo novo não trouxer a satisfação esperada, podemos voltar ao velho? O especialista afirma que sim. “Nessa hora vale a honestidade de assumir o erro da escolha e ativar a habilidade da negociação com o antigo chefe”, explica.

Cardoso diz que essa é uma situação bem comum no universo corporativo e que as empresas estão acostumadas a lidar com o momento. “Isso não é mal visto no mercado. Pelo contrário, é motivo de valorização para as companhias, uma vez que o profissional que saiu teve a chance de comparar os ambientes de trabalho e optou por aquele que julgou melhor”, analisa.