Análise de Riscos – Método Willian T. Fine

Dentre os sistemas de análise de riscos, o Método Willian T. Fine proporciona ao Departamento de Segurança a possibilidade de estabelecer prioridades, integrando o grau de risco com a limitação econômica, por ventura existente na empresa.

Assim, há como projetar o momento da implantação, o esforço e a previsão de verba, de acordo com o nível de criticidade de cada risco existente.
Esse sistema de prioridade é obtido por intermédio de uma simples fórmula, que calcula o perigo de cada situação. O resultado denomina-se Grau de Criticidade – GC.
O Grau de Criticidade – GC irá determinar a urgência da tomada de decisão, ou seja, se o risco apontado deve ser tratado com maior ou menor brevidade.
A justificativa dos investimentos na segurança deverá estar intimamente relacionada ao GC. Com este método obtém-se um parâmetro para realizar e justificar o investimento na segurança.
O método baseia-se em grades de probabilidades. Se a empresa não possuir histórico de ocorrências, o cálculo será baseado em dados e avaliações subjetivas.

Fine apresenta duas fórmulas: uma para estimar o GC – grau de criticidade e outra para a JI – justificativa do investimento.

O GC calcula-se com base em três fatores:

1) Consequência – C = impactos mais prováveis, tanto financeiros como danos pessoais, de ocorrer em caso do evento vir a concretizar-se;

2) Exposição ao Risco – E = frequência que este evento ou perigo costuma manifestar-se na empresa ou em organizações similares;

3) Probabilidade – P = a real chance do evento vir a acontecer, dentro de uma escala de tempo.

O Fator Consequência – C:

É classificado e valorizado de acordo com uma tabela prévia – Assim, uma consequência com valor 100, é classificada, pelo método, como quebra da empresa; Seguindo a tabela, terá valor 50, o dano considerado como de severo – prejuízos; Valor 25 quando o dano for grave; Valor 15 dano moderado; Valor 05 dano considerado leve; e Valor 01 para pequeno ou nenhum impacto.

Classificação  Valor
Catastrófico Quebra da Atividade Fim da Empresa.  100
Severo – Prejuízos    50
Grave    25
Moderado    15
Leve      5
Nenhum – Pequeno Impacto      1

O Fator Exposição ao Risco – E:

Da mesma forma é valorizado levando em conta sua exposição ao risco. A tabela diz o seguinte: Exposto várias vezes ao dia, valor 10; uma vez ao dia, frequentemente, valor 5; Uma vez por semana ou mês – ocasionalmente, valor 3; Uma vez ao mês ou ao ano – irregularmente, valor 2; Raramente possível – sabe-se que ocorre, mas não com frequência, valor 1 ; Remotamente Possível – Não sabe se já Ocorreu, valor 0,5.

Classificação  Valor
Várias vezes ao dia.   10
Uma vez ao Dia, Frequentemente.     5
Uma vez Por semana ou ao Mês, Ocasionalmente.     3
Uma vez ao ano ou ao Mês, Irregularmente.     2
Raramente possível, sabe-se que ocorre, mas não com frequência.     1
Remotamente Possível, Não sabe se já Ocorreu   0,5

O Fator probabilidade – P;

Também tem sua classificação e valor. Quando se espera que aconteça, valor 10; Completamente possível – 50% chances, valor 6; Coincidência se acontecer, valor 3; Coincidência remota – sabe-se que já ocorreu, valor 1; Extremamente remota, porém possível, valor 0,5; Praticamente impossível de ocorrer, uma chance em um milhão, valor 0,1.

Classificação  Valor
Espera-se que aconteça.    10
Completamente possível – 50% de chance     6
Coincidência se acontecer.     3
Coincidência remota     1
Extremamente remota, porém possível    0,5
Praticamente impossível, uma chance em um milhão    0,1

Depois da análise dos fatores C, E, P, parte-se para a Escala de Valores com o Grau de Criticidade, suas prioridades e ações.
Se o GC for maior ou igual a 200 – a correção deve ser imediata, o risco tem que ser, ao menos, diminuído; O GC abaixo de 200 e maior ou igual a 85 – a correção é urgente o risco requer atenção; se o GC for menor que 85 – o risco deverá ser monitorado.

Grau de Criticidade (GC) Tratamento do Risco
GC maior e igual a 200 Correção imediata – risco tem que ser reduzido
GC menor que 200 e maior que 85 Correção urgente – requer atenção
GC menor que 85 Risco deve ser monitorado

Assim, O GC: (probabilidade do risco vir a se concretizar através de %).
Igual ou maior de 200 a correção é imediata e a probabilidade fica entre 66,68% – 100%;

Menor de 200 e igual ou maior de 85 a correção é urgente e a probabilidade entre 33,34% – 66,67%;

Menor de 85 o nível de criticidade requer monitoração e a probabilidade entre 0 – 33,33%;

Grau de criticidade

Quantificação Nível de criticidade Probabilidade – %
Igual ou maior que 200 Correção imediata 66,68 – 100
Entre 200 e 85 Correção urgente 33,34 – 66,67
Menor que 85 Monitoração 0 – 33,33

Por fim, calcula-se a Justificativa do Investimento, através da fórmula: JI = GC dividido pelo fator de custo x grau de correção.

O Fator de custo é previamente classificado e valorado pelo método. Maior que U$ 50 mil – valor 10; entre U$ 25 mil e 50 mil – valor 6; entre 10 mil e 25 mil – valor 4; entre 1 mil e 10 mil – valor 3 ; entre U$ 100 e 1 mil – valor 2; entre U$ 25 e 100 – valor 1; e menos de U$ 25 – valor 0,5; (observar cotação do dólar americano)

Fator de Custo Valor
Maior que U$ 50.000  10
Entre U$ 25.000 e U$ 50.000    6
Entre U$ 10.000 e U$ 25.000    4
Entre U$ 1.000 e U$ 10.000    3
Entre U$ 100 e U$ 1.000    2
Entre U$ 25 e U$ 100    1
Menos que U$ 25    0,5

Quanto ao Grau de Correção a classificação é: Risco eliminado 100% – valor 1; risco reduzido 75% – valor 2; risco reduzido entre 50% e 75% – valor 3; risco reduzido entre 25% e 50% – valor 4; risco reduzido menor que 25% – valor 6.

Grau de correção Valor
Risco eliminado – 100% 1
Risco Reduzido – 75% 2
Risco Reduzido entre 50% e 75% 3
Risco Reduzido entre 25% e 50% 4
Risco Reduzido menor que 25% 6

Para utilizar a fórmula e determinar se o gasto proposto é justificado, deve-se aplicar os valores das classificações correspondentes e obter-se um valor numérico. Este é denominado “índice de justificação” do rendimento do investimento proposto. A princípio, o índice de justificação deverá ser superior a 10, para que o investimento seja considerado justificado. É óbvio que quanto mais alto for este índice, maior será o interesse do programa de prevenção.

A tabela, a seguir, foi estabelecida como padrão em 1976, pela Associação Americana de Gerenciamento de Riscos.

Fator de Justificação menor de 10 = investimento duvidoso; entre 10 e 20 = investimento normalmente justificado; maior de 20 = investimento plenamente justificado, grande redução do risco.

Escala de valoração do índice de justificação

IJ menor que 10 Investimento duvidoso
IJ entre 10 e 20 Investimento normalmente justificado
Ij maior que 20 Investimento plenamente justificado

 

EXEMPLO PRÁTICO.

Uma empresa do setor automobilístico, visando reduzir custos internos com a estratégia de terceirizar segmentos de serviços, vive grande possibilidade de greve. O Sindicato possui forte atuação e existem os seguintes riscos:

a) Sabotagem no CPD (estimativa 500 mil reais);

b) Distúrbios internos com danos na ordem de 120 mil reais.

A direção da empresa solicita ao Departamento de Segurança uma análise de riscos para saber se compensam os seguintes investimentos:

Implantação de CFTV nas áreas criticas do Centro de Processamento de Dados, com investimentos na ordem de 60 mil reais; Treinamentos e palestras durante 4 meses, com custos de 25 mil reais ao mês.

A equipe de segurança apurou os seguintes dados:
Riscos: Sabotagem no CPD – C – 50, E – 0,5, P – 6
GC = 50 x 0,5 x 6 = 150 – PB 61,50% (34 – 66%) = urgente
Riscos: Distúrbios internos – C – 15, E – 0,5, P – 6

GC = 15 x 0,5 x 6 = 45 – PB 27,50% ( 0 – 33%) = monitoração.

Justificativa de Investimento – JI = GC dividido por fator de custo x grau de correção.

a) Sabotagem no CPD JI = 150/ 4×3 (12) = 12,5 – investimento normalmente justificado.

b) Distúrbios internos JI = 45/ 6×4(24) = 1,87 – investimento duvidoso.

O método T. Fine trata-se de uma ferramenta valiosa para o departamento de segurança, pois possibilita comparar o investimento de segurança com a visão macro da empresa.

SISTEMAS E SUBSISTEMAS

Sistema é o complexo de elementos inter-relacionados por um conjunto de vínculos básicos que facilitam a consecução de objetivos ou os resultados de um conjunto. Os referidos elementos transitam por um entorno com o qual tem relações diretas e indiretas.

Estimando que uma parte desses elementos conforma um todo, podemos denominá-lo subsistema. Este opera independentemente como sistema e, ao mesmo tempo, se relaciona com outros subsistemas que formam o sistema geral.

Para entender Sistema e Subsistemas, propõe-se o seguinte exemplo:

Considerando uma geladeira domiciliar e seu funcionamento como um sistema, podemos tentar identificar os seus subsistemas básicos. No exemplo, não será considerado o funcionamento com a interação do homem. Assim, poder-se-ia sugerir a seguinte subdivisão: (SS – Subsistema)

SS Potência – não é interno ao sistema, se considerarmos a utilização da potência elétrica da rede. Será um Subsistema, se considerarmos o nosso sistema como formado pela geladeira e o sistema gerador de energia, idealmente. Trata-se, na verdade, de um sistema interligado.

SS Estrutural – a estrutura física da máquina, que protege sua missão (manter um ambiente interno resfriado) do ambiente externo, e une fisicamente todo o sistema.

SS Sensor – Sensor térmico, que responde a um estímulo (temperatura interna), fornecendo uma resposta (sinal elétrico) que será manipulada pelo subsistema de operação.

SS Operação – O relé comparador, que “decide” entre as posições ligado/desligado, de acordo com o valor de uma variável fornecida pelo sensor, e com o valor da variável de controle, fixada.

SS Controle – Subsistema que fixa um parâmetro a ser mantido (no caso, o valor da temperatura interna); seu valor é definido pela posição do “controle de frio”, interno. Segundo esse valor, a decisão de ligar ou não é tomada pelo SS Operação, ao confrontá-lo com o valor fornecido pelo SS Sensor.

SS Comunicações – São as interações de calor com o ambiente, com o sensor térmico, a fiação elétrica, e uniões mecânicas que permitem o processamento de informação no sistema.

Consulta:

De Cicco e Fantazzini – Tecnologias Consagradas de Gestão de Riscos – 2003.

RICO E POBRE: DIFERENÇAS ENTRE AS MENTALIDADES DE CADA UM DELES!

Um dos grandes ensinamentos que a série de livros de Robert Kiyosaki tem a nos mostrar é a forma que os ricos pensam em relação ao dinheiro, às suas posses e sobre os seus negócios. Sem ter essa mentalidade que os ricos tem, você pode ganhar na loteria, ter uma casa de um milhão e uma Ferrari na garagem e mesmo assim você não será rico, tendo uma grande probabilidade de você gastar todo o dinheiro antes do final da sua vida sem deixar nada para as suas próximas gerações.

Como os pobres pensam

A mentalidade geral da classe média e da classe pobre é de ter um bom emprego, com um bom salário para que possam gastar o seu suado dinheiro em bens não compatíveis com a sua realidade financeira. Quando as contas no final do mês apertam, a solução achada normalmente é estudar mais para ter um emprego melhor…

O problema é que quando esse novo emprego chega, com um salário melhor, o hábito consumista dessas pessoas as leva a gastar o dinheiro a mais que estão recebendo, ao invés de economizarem e/ou investirem. Com novos gastos e talvez novas dívidas, a “solução” é novamente estudar mais para ter um emprego melhor, criando- se assim um ciclo interminável.

Como os ricos pensam

A mentalidade dos ricos é extremamente diferente da mentalidade da classe média e pobre. Enquanto a classe média trabalha para ter uma vida confortável e para sustentar os seus luxos, os ricos trabalham arduamente para aumentar a sua pilha de ativos.

Enquanto as pessoas “comuns” trabalham para outras pessoas a fim de receberem pelo seu trabalho no final do mês, os ricos se esforçam para ter empregados que gerem dinheiro para eles. Dessa forma, quanto mais os ricos trabalham junto com os seus empregados para gerar esses ativos, menos irão trabalhar no futuro, ao contrário dos empregados e autônomos que sempre terão trabalhar mais para ganhar mais.

Como a mentalidade capitalista entrou na sua cabeça

Você já parou para pensar no porquê que você tem esses impulsos consumistas que o(a) fazem muitas vezes contrair dúvidas para adquirir alguma coisa? Quem colocou isso na nossa cabeça foram os ricos para que queiramos ser como eles sem saber como fazer isso.

Pense, por exemplo, num anúncio de uma margarina que passa nos comerciais de um programa. O anúncio não vende somente a margarina, vende também a cozinha maravilhosa, o vestuário bonito dos atores, à casa arrumada, grande e bonita, vende todo um estilo de vida que a maioria de nós, pobres mortais, luta a vida inteira para conseguir sem sucesso. Por quê? Porque não nos é ensinado como lidar com dinheiro.

Dicas para passar a pensar como os ricos

Existem algumas dicas que irão te ajudar a trabalhar os seus pensamentos para que você comece a pensar de forma mais parecida com os ricos. Veja abaixo:

Nunca diga que você não pode comprar algo

Essa é uma frase que ouvimos muito por aí, principalmente quando vemos aquele carro maravilhoso e estupidamente caro, ou aquela televisão de plasma de 50 polegadas, igualmente estupidamente cara. O problema é que falar que você não pode comprar isso é errado, porque você pode! Uma pessoa com a mentalidade de uma pessoa rica ao invés de se conformar em nunca ter o seu objeto de desejo, perguntaria para si mesma como seria possível conseguir dinheiro para alcançar esse sonho. Comece a se fazer essa pergunta: “Como posso conseguir dinheiro para comprar isso?”.

Riscos não são tão ruins se você souber controla-los

Muitas pessoas que buscam segurança em um emprego tem medo de começar um negócio próprio ou investir por causa dos riscos envolvidos. O problema é que mais uma vez essas pessoas não enxergam a oportunidade por trás dos fatos. Se você estudar para aprender como contornar esses riscos, você terá nas suas mãos uma oportunidade relativamente segura. E digo mais… Uma oportunidade que a maioria das pessoas que buscam segurança num emprego não vão aproveitar (ou seja, a concorrência será menor, o que por si só já diminui um pouco esses riscos).

Cuidado com o poder das palavras

Cuidado com o que você fala para você mesmo. Se você diz que nunca será rico, que nunca terá dinheiro sobrando, é bem provável que isso aconteça. Já se você falar para si mesmo que um dia você terá o conforto que deseja e ainda sobrará dinheiro, é bem possível que você se anime mais para conseguir lutar por isso.

6 Segredos para o sucesso por Arnold Schwarzenegger!

Arnold Schwarzenegger, considerado por muitos o maior fisiculturista de todos os tempos, além de ator e ex-governador da Califórnia, fez há alguns anos atrás discursa sobre os 6 segredos para o sucesso, que são um fato.

 

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Abaixo, redijo com as minhas palavras, de forma mais clara, o que ele disse:

Segredo 1: acredite em você mesmo.

O mais importante é perguntar para si mesmo: “Quem eu quero ser”. Lembre-se que quem você quer ser, é mais importante do que o que seus pais, professores e amigos pensam. Pense em você, no que te faz feliz. Não importa quão insano isso possa soar para as pessoas.

Portanto, a regra número 1 é confiar em você mesmo e não se importar com o que as outras pessoas pensam.

Segredo 2: quebre as regras.

Há tantas regras para tudo que há no mundo. Quebre essas regras, não a lei, mas sim as regras. É impossível ser um dissidente ou muito original se você se comporta muito bem e não queira quebrar nenhuma regra. Você tem que pensar fora da caixa.

Qual é a razão de estar nesse mundo, se tentarmos sempre agradar a todos e não termos nenhum problema?

Segredo 3: não tenha medo de falhar.

Por mais louco que possa parece, busque sempre errar. Mesmo que seus pais digam para você aprender com os erros deles, entenda: a experiência ensina completamente, porém, ela é comparável à moda. Ou seja, uma ação que resulta em êxito hoje, será inaproveitável e impraticável amanhã.

Você pode não vencer sempre, mas não tenha medo de tomar decisões. Você não pode ficar paralisado por medo ou fracasso. Caso contrário, você nunca se esforçará. Você continua se esforçando, porque você acredita em você e em sua visão. E você sabe que é a coisa certa a fazer. O sucesso virá. Então, não tenha medo de fracassar.

Segredo 4: ignore as pessoas que dizem “não”.

Quantas vezes você ouviu “você não pode fazer isso, nem aquilo”, ou “isso nunca foi feito antes”? Acredite, é melhor quando alguém diz “nunca ninguém fez isso”, porque se você o fizer, quer dizer que será o primeiro a fazê-lo.

Segredo 5: se esforce ao máximo.

Muhammad Ali, um dos maiores boxeadores de todos os tempos, tinha uma grande frase nos anos 70. Quando perguntaram a ele “Quantas abdominais você faz?”, ele disse “Eu não conto as minhas abdominais. Eu só começo a contar quando começa a doer. Quando eu sinto a dor, é nesse momento que eu começo a contar, porque é isso que realmente conta”. É isso que te faz um campeão. É desse jeito com qualquer coisa: NO PAIN, NO GAIN.

Enquanto você está aí, de bobeira, alguém nesse mesmo momento aí fora está trabalhando duro. Alguém está ficando mais inteligente e alguém está vencendo. Lembre-se disso. Mas se você quer vencer, não há absolutamente nenhum atalho, somente trabalho duro. Nenhuma das regras de sucesso funcionará a menos que você faça isso.

Segredo 6: retribua.

Seja qual for o caminho que você escolha em sua vida, você precisa sempre encontrar tempo para retribuir. Dar algo de volta à sua comunidade, ao seu estado, ao seu país. Ajudar as pessoas trará a você mais satisfação que qualquer outra coisa que você já fez.

A partir de hoje, assim que você se preparar para sair de casa, lembre-se dessas 6 regras e tenho certeza que sua vida mudará!

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O segredo do sucesso!

Hoje quero compartilhar com vocês um artigo que foi publicado na revista Superinteressante falando sobre a fórmula do Sucesso, e eu achei “super interessante”, veja abaixo e faça seu comentário.

Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que levam ao sucesso. Treino tem a ver. Fracasso também. Descubra por que algumas pessoas se dão bem na vida – e veja o que você pode fazer para chegar lá.

Você chega cedo ao trabalho, entrega tudo no prazo, se dá bem com seus colegas e conhece os processos como ninguém. Ainda assim, está há anos no mesmo cargo, fazendo o arroz com feijão de sempre. De repente, chega um novato na área. Ele é jovem, tem as roupas da moda, se deu bem com a chefia e, pior, começou a abocanhar os melhores projetos. Em 6 meses lá está ele, promovido, na vaga que deveria ser sua. Em dois anos, ele virou seu chefe. No fim, você teve de reconhecer o talento do novato e aceitar que você não nasceu para ser chefe. Mas será que é isso mesmo? O que as pessoas bem-sucedidas têm que você não tem? A resposta, dolorida, é: nada. Absolutamente nada. Seu chefe, o dono da empresa, o Kaká e o presidente Lula não vieram ao mundo com um sinal gravado nos genes que diga: eu nasci para brilhar. Muito menos têm um talento inato que você não possui. Para desespero dos medíocres da nação, a ciência está descobrindo que todo mundo (e isso inclui você) teria potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote. Aqui você vai descobrir como – e o que pode dar errado no meio do caminho.

É difícil se acostumar com a ideia de que nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Principalmente quando olhamos para aquelas pessoas que parecem ter habilidades sobrenaturais – aquelas que fazem você se lembrar diariamente das suas limitações: as crianças prodígios, por exemplo. A maior de todas as crianças prodígios foi Wolfgang Amadeus Mozart (perto dele, a menina Maysa é amadora). Aos 3 anos, o austríaco começou a tocar piano, aos 5 já compunha, aos 6 se apresentava para o rei da Bavária de olhos vendados, aos 12 terminou sua primeira ópera. Há séculos, ele vem sendo citado como prova absoluta de que talento é uma coisa que vem de nascença para alguns escolhidos. Mas parece que não é bem assim. A vocação de Mozart não apareceu do nada. Seu pai era professor de música e desde cedo dedicou sua vida a educar o filho. Quando criança, Mozart passava boa parte dos dias na frente do piano. As primeiras peças que compôs não eram obras-primas – pelo contrário, contêm muitas repetições e melodias que já existiam. Os críticos de música, aliás, consideram que a primeira obra realmente genial que o austríaco escreveu foi um concerto de 1777, quando o músico já tinha 21 anos de idade. Ou seja, apesar de ter começado muito cedo, Mozart só compôs algo digno de gênio depois de 15 anos de treino.

A regra das 10 mil horas

Quer brilhar muito na vida? Passe 10 mil horas praticando. Pelo menos, foi isso que os grandes especialistas de todas as áreas fizeram.

Os genes não determinam o sucesso. Isso é bom, porque quer dizer que basta você se esforçar para melhorar o seu desempenho. E isso é ruim também, porque você depende apenas do seu suor para chegar lá. Suor, no caso, são 10 mil horas. Entenda aqui o tamanho da encrenca:

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O mesmo pode ser observado com talentos das mais diversas áreas. Ronaldo, o Fenômeno, tinha de ser arrancado dos campos de futebol quando criança porque não queria fazer nada que não fosse jogar bola. Os técnicos de Michael Jordan se lembram de que o jogador era sempre o primeiro a chegar aos treinos e o último a ir embora. E mesmo Bill Gates, como bom nerd que era, não fez sua fortuna do nada: quando adolescente, ele passou boa parte da sua (não muito agitada) vida programando computadores enfurnado numa sala da Universidade da Califórnia. Ou seja, mesmo aquelas pessoas bem-sucedidas, que parecem esbanjar talento, ralaram muito antes de chegar lá.

Isso faz todo sentido, se considerarmos a nova maneira como os cientistas têm enxergado a influência dos genes na formação de talentos. Aquilo que costumamos chamar de “talento natural para liderança” ou “aptidão nata para os esportes” parece não ter nenhuma relação com o nosso DNA. “Não há nenhuma evidência de que exista uma causa genética para o sucesso ou o talento de alguém”, diz Anders Ericsson, professor de psicologia da Universidade da Flórida que há 20 anos estuda por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras. A questão aí reside no fato de os genes (e sua interação com a nossa vida) serem um assunto tremendamente complexo – que dá pesadelos até nos geneticistas mais gabaritados. Já se sabe, por exemplo, que até mesmo traços diretamente ditados pelo DNA, como a cor dos nossos olhos, são definidos por mais de um gene que se relacionam entre si. O que dizer, então, de atributos mais complexos?

Há alguns anos, o fetiche dos laboratórios tem sido relacionar genes a traços de personalidade ou a propensões para desenvolver distúrbios psiquiátricos. O mais famoso deles é o 5-HTTLPR, que em 2003 virou notícia ao ser chamado de o “gene da depressão”. Ele previa uma interação com o ambiente: quem tivesse sofrido um trauma pessoal e carregasse o 5-HTTLPR em seu DNA teria também alta probabilidade de ficar deprimido. Muitos outros estudos foram no embalo dessa descoberta, e logo vieram à luz genes que explicavam a ansiedade, o déficit de atenção, a hiperatividade e até a psicopatia. No ano passado, no entanto, uma série de novos estudos virou essas descobertas de ponta-cabeça. Numa revisão que incluiu todas as pesquisas já feitas sobre o gene da depressão, concluiu-se que era impossível concluir que ele influísse na doença. (Isso, sim, é deprimente.) Já com os outros distúrbios, as descobertas foram ainda mais intrigantes. Os mesmos genes que causariam ansiedade, psicopatia, hiperatividade etc. podiam ter os efeitos opostos dependendo do ambiente em que o portador fosse criado. Ou seja, quem carrega esses genes “malditos”, mas não passa por traumas, será muito mais ajustado do que quem não tem essas mutações. E o que se conclui disso tudo? Bem, que os cientistas ainda vão quebrar a cabeça por muito tempo. Se não dá nem pra dizer que existe um gene da depressão, como falar, então, do gene da “habilidade-de-driblar-adversários-e-chutar-a-bola-no-gol”? Ou seja, ainda não há consenso entre os cientistas de que exista talento para futebol (ou pra música ou pra gerir uma empresa). Pelo menos, não um ditado pelo DNA.

99% transpiração

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Em 1992, pesquisadores ingleses e alemães resolveram estudar pessoas talentosas para entender o que as diferenciava dos reles mortais. Para isso, investigaram pianistas profissionais e os compararam com pessoas que tinham apenas começado a estudar, mas desistido. (Pianistas são excelentes cobaias porque seu talento é mensurável: ou eles sabem executar a música ou não sabem). O problema foi que os cientistas não conseguiram achar ninguém com habilidades sobrenaturais entre as 257 pessoas investigadas – todos eram igualmente dotados. A única diferença encontrada entre os dois grupos é que os pianistas fracassados tinham passado muito menos tempo estudando do que os bem-sucedidos. Quer dizer, não é que faltou talento para os amadores virarem mestres – faltou dedicação.

Ok, isso não é novidade. Todo mundo sabe que a prática leva à perfeição. A novidade é que, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir o tempo necessário de estudo para alguém se destacar internacionalmente em alguma área: 10 mil horas. Foi a esse número que o especialista em sucesso Anders Ericsson chegou depois de observar os grandes talentos das mais diversas áreas. Todo mundo que foi alguém, ele concluiu, do campeão de xadrez Kasparov ao Steve Jobs, ficou esse tempo todo aperfeiçoando seu ofício. E não estamos falando de exercícios leves. O que realmente faz alguém ficar bom em algo é treino duro, dolorido, no limite do executável. No fim das contas, é treino tão difícil que modifica seu cérebro. (Só para constar: estima-se que aos 6 anos Mozart já tivesse estudado piano durante 3 500 horas. Quer dizer, ele não era talentoso, era assustadoramente dedicado.)

É aí que está a chave do sucesso: no cérebro (pra variar). Nosso cérebro é formado por duas partes principais: a massa cinzenta (os neurônios) e a massa branca. Durante muito tempo, acreditamos que a capacidade cerebral estava escondida nos neurônios. Nos últimos 5 anos, no entanto, neurologistas e psiquiatras resolveram estudar a massa branca, que até então era ignorada. O que eles descobriram mudou a maneira de entender as habilidades.

A massa branca é formada principalmente por mielina, um tipo de gordura que envolve os axônios (aquele rabinho comprido que todo neurônio tem). Ela serve de isolante para os impulsos elétricos que percorrem o cérebro. Sempre se soube que a mielina estava distribuída de forma irregular ao redor dos neurônios, mas só agora descobriu-se por quê. Ela é depositada sobre as células nervosas com o intuito de melhorar a condução da eletricidade. A distribuição desigual serve para deixar os impulsos elétricos mais precisos – para chegarem ao mesmo tempo nos neurônios, por exemplo (veja no quadro abaixo). À medida que os impulsos elétricos se tornam precisos, eles coordenam melhor os nossos movimentos e pensamentos. Isso vale para qualquer tipo de ação: de jogar basquete a entender física quântica ou falar em público. “Quando você pratica algo, a mielina se deposita e os sinais entre as sinapses vão ficando mais eficientes. A mielinização leva à perfeição”, diz George Bartzokis, professor de psiquiatria da Universidade da Califórnia, maior especialista do assunto no mundo. Esse processo é tão importante que até um bebê recém-nascido só abre os olhos depois que a mielina em seu cérebro se depositou nos lugares certos. Da mesma forma, afirma Bartzokis, um idoso perde sua mobilidade não porque seus músculos se atrofiaram, mas porque a mielina do cérebro decaiu.

Pane no sistema

Para a mielinização ser mais eficiente, é preciso errar muito e sempre. Você já deve ter sentido isso na pele. Quando cai da bicicleta ou leva uma bronca do seu chefe por causa de um relatório malfeito, você vai se esforçar em dobro para o escorregão não acontecer de novo. “Se você sempre repetir aquilo que já sabe, não há evolução. O ideal é falhar tentando algo novo e mais difícil”, diz Anders Ericsson. É nessa condição que a mielina é mais eficientemente espalhada pelo cérebro. Os que erram – e treinam mais – são também recompensados. Isso é visível em ressonâncias magnéticas. Músicos, escritores e crianças que tiram nota alta têm muito mais massa branca do que seus pares “comuns”. Quem, aliás, era recordista em massa branca era Einstein. Quando o cérebro do físico foi dissecado, notou-se, entre outras coisas, uma quantidade anormal de mielina. “Quem nunca errou nunca fez nada de novo”, dizia ele.

Na teoria, a mielina é muito linda: ela recompensa quem se esforça e qualquer um pode ser bem-sucedido. Mas, como tudo na vida, há algumas limitações (ou você acreditava realmente que poderia ser como o Kaká?). O auge da mielinização acontece durante a infância, quando toda forma de atividade é novidade e tem de ser aprendida: de abrir os olhos a usar os talheres. Até os 30 anos, ela continua em alta escala – e é justamente quando se aprendem novas habilidades com facilidade. Até os 50, a mielina ainda pode ser ajustada em direção a um ou outro aprendizado. Depois disso, infelizmente, as perdas são maiores que os ganhos. A mielinização continua, mas para preservar as aptidões já adquiridas. Ou seja, a má notícia é que, se você quisesse ter sido o Kaká, deveria ter começado cedo. Já a boa é que, se você se contenta em apenas melhorar o seu trabalho para ser promovido, há tempo de sobra.

Além da idade, há algumas limitações sérias. Há cérebros mais preparados para mielinizar do que outros. Por exemplo, quem não consegue metabolizar apolipoproteínas já sai perdendo. Elas são proteínas que se ligam às gorduras (o colesterol, principalmente) e têm grande influência na produção de mielina. (Mielina tem muito colesterol. Por isso, se você andava cortando o ovo com medo de problemas cardíacos, pense que isso pode estar emburrecendo você. Não é à toa também que médicos ultimamente têm receitado ovo para pacientes com Alzheimer – ele parece influir nas habilidades do cérebro.) Essa disfunção pode ser detectada numa análise genética, mas, adivinhe só, como tudo que envolve genes, ainda não está esclarecida.

Tem que lutar, não se abater

Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. É ele que permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento – era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações – passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento – por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. “A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo”, diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos – e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis – para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. “O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural”, escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.

Agulha no palheiro

Christopher Langan e Robert Oppenheimer eram dois americanos de QI sobre-humano (o de Christopher é um dos maiores de que se tem notícia: 195. O QI de Einstein, por exemplo, era 150). Christopher aprendeu a ler sozinho aos 3 anos, aos 15 desenhava retratos tão realistas que pareciam fotografias, aos 16 gabaritou o vestibular e perto dos 20 decidiu dedicar sua vida à física teórica. Já Robert fazia experimentos químicos complexos aos 8 anos de idade, aos 9 já falava grego e latim e aos 22 tinha concluído seu doutorado, com passagens pelas Universidades Harvard e de Cambridge. Os dois, além de gênios, eram esforçados e passaram a juventude enfurnados em livros – alcançaram facilmente a marca das 10 mil horas de estudo. Robert virou um dos físicos mais importantes do século 20 e ficou conhecido como o “pai da bomba atômica”, pois liderou o time que desenvolveu a arma durante a 2ª Guerra Mundial. Já Christopher fracassou. Largou a faculdade em pouco mais de um ano. Trabalhou como garçom, operário da construção civil e zelador. Hoje, vive enfurnado em casa, sozinho, tentando elaborar uma teoria geral que explique o Universo inteiro. O que foi que deu errado com Christopher?

É duro dizer, mas sucesso depende também de uma boa quantidade de sorte. Estar na hora e lugar certos é muito importante – às vezes até mais do que as horas de treino. Christopher Langan, por exemplo, nasceu em uma família pobre. Chegou à faculdade porque ganhou uma bolsa de estudo. Mas teve de largar as aulas depois de perdê-la, porque sua mãe, que nunca acompanhou ou incentivou seus estudos, esqueceu-se de renovar o contrato que daria ao filho mais um ano de estudos grátis. Sim, ele deu muito azar. Não por causa da mãe desleixada – mas porque nasceu em uma família desestruturada. Um estudo feito na Universidade do Kansas mostrou que crianças que crescem em classes sociais mais baixas ouvem, em média, 32 milhões de palavras a menos nos primeiros 4 anos de vida do que seus colegas abastados (sim, alguém contou). Além disso, elas são expostas a um vocabulário menos variado e não são incluídas nas conversas “de adulto”. Isso pode não ter consequências diretas na inteligência das crianças, mas tem na maneira como elas se relacionam com as pessoas.

Ter habilidade social, aliás, é fator determinante para ser bem-sucedido. E é esse o elemento que foge das estatísticas da ciência. Em áreas em que os mais talentosos são sempre recompensados, como nos esportes ou na música, a regra das 10 mil horas e a importância da persistência fazem sempre sentido. Mas, em ambientes onde a competição é velada, como nos escritórios, o talento pode facilmente ficar em segundo plano – e perder importância para o tête-à-tête, as famosas afinidades. “A personalidade de uma pessoa afeta não só a escolha do trabalho mas, mais importante, quão bem-sucedida ela vai ser na carreira”, diz Timothy Judge, especialista em carreira e personalidade da Universidade da Flórida. Timothy revisou 3 estudos longitudinais de personalidade que acompanharam a carreira de mais de 500 pessoas e chegou a conclusões interessantes. Pessoas autoconscientes, racionais e que pensam antes de agir costumam ganhar mais e subir mais cargos. Já quem é extrovertido e emocionalmente estável é mais feliz. Para o pesquisador, depois de anos observando as pesquisas, subir de status pode ser importante, mas o fator mais determinante para o sucesso ainda é sentir-se realizado. “Se a pessoa está infeliz no trabalho, tem de descobrir o que está atrapalhando. Senão o sucesso não vem mesmo.”

A fórmula do sucesso

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Fonte: Super.abril.com.br

O sucesso leva à felicidade?

É uma suposição antiga: Sucesso, seja na escola, no trabalho ou relacionamentos, faz com que a felicidade. Muitos de nós nos esforçamos para o sucesso, colocando longas horas no nosso trabalho ou estudos, na esperança de alcançar o sucesso e, como um subproduto de que o sucesso, a felicidade.

Mas uma revisão de 225 estudos na Psychological Bulletin descobriu que a felicidade não segue necessariamente o sucesso. Na verdade, é exatamente o oposto. Felicidade leva ao sucesso.

De acordo com as conclusões do estudo, as pessoas felizes buscar e realizar novos objetivos que reforçam a sua felicidade e outras emoções positivas.
Sonja Lyubomirsky, Ph.D., da Universidade da Califórnia, Riverside e colegas revisaram três tipos de estudos: os que comparar diferentes grupos de pessoas, aqueles que seguem os indivíduos ao longo do tempo e aqueles que analisam os resultados em ambientes controlados.

Estes estudos examinaram questões como “as pessoas estão felizes com mais sucesso do que as pessoas infelizes? Será que a felicidade preceder o sucesso? E afeta positiva levar a comportamentos orientados para o sucesso? “

Os resultados de todos os três tipos de estudos sugerem que a alegria leva a maiores sucessos na vida. Lyubomirsky sugere “isso pode ser porque as pessoas felizes frequentemente experimentam humores positivos e estes estados de espírito positivos levá-los a ser mais propensos a trabalhar ativamente para novas metas e construir novos recursos. Quando as pessoas se sentem felizes, eles tendem a se sentir confiante, otimista e energético e outros encontrá-los simpático e sociável. “

Isso não significa que as pessoas felizes são sempre bem sucedida e nunca se sentir triste. Parte de um saudável senso de bem-estar inclui experimentar emoções dolorosas em resposta a circunstâncias de vida difíceis e dolorosos. Esses estudos descobriram que mesmo as pessoas geralmente felizes experimentaram emoções negativas relacionadas com experiências de vida difíceis ou dolorosas.

Outros fatores também contribuem para o sucesso, incluindo a inteligência, aptidão, apoio social e perícia. Mas Lyubomirsky diz, “as pessoas felizes são mais propensos do que os seus pares menos felizes de ter cumprindo casamentos e relacionamentos, alta renda, desempenho superior de trabalho, o envolvimento da comunidade, saúde robusta e até mesmo uma vida longa.”

Estratégias para a maior felicidade

Então, como você pode se tornar mais feliz?

Em outra revisão de estudos sobre a felicidade, olhando para 51 estudos que testaram tentativas de aumentar a felicidade através de diferentes tipos de pensamento positivo, Lyubomirsky identificou algumas maneiras de melhorar a felicidade.

Ser grato.

Pessoas relataram felicidade que durou semanas e meses depois de escrever cartas (que não tem sequer a ser enviado) de gratidão para com os outros.

Seja otimista.

Visualizando circunstâncias positivas e resultados aumentou a felicidade para os participantes do estudo.

Conte suas bênçãos.

As pessoas que escreveram três coisas positivas que aconteceram com eles a cada semana encontraram seus espíritos levantada.

Use seus pontos fortes.

Identificar pontos fortes e fazer um compromisso para tentar usá-los de novas maneiras pareceu aumentar a felicidade em participantes de um estudo.

Agir com gentileza.

As pessoas que ajudam os outros relatam que ele também ajuda a seu próprio senso de bem-estar.

Fonte: Psychcentral.com

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