RICO E POBRE: DIFERENÇAS ENTRE AS MENTALIDADES DE CADA UM DELES!

Um dos grandes ensinamentos que a série de livros de Robert Kiyosaki tem a nos mostrar é a forma que os ricos pensam em relação ao dinheiro, às suas posses e sobre os seus negócios. Sem ter essa mentalidade que os ricos tem, você pode ganhar na loteria, ter uma casa de um milhão e uma Ferrari na garagem e mesmo assim você não será rico, tendo uma grande probabilidade de você gastar todo o dinheiro antes do final da sua vida sem deixar nada para as suas próximas gerações.

Como os pobres pensam

A mentalidade geral da classe média e da classe pobre é de ter um bom emprego, com um bom salário para que possam gastar o seu suado dinheiro em bens não compatíveis com a sua realidade financeira. Quando as contas no final do mês apertam, a solução achada normalmente é estudar mais para ter um emprego melhor…

O problema é que quando esse novo emprego chega, com um salário melhor, o hábito consumista dessas pessoas as leva a gastar o dinheiro a mais que estão recebendo, ao invés de economizarem e/ou investirem. Com novos gastos e talvez novas dívidas, a “solução” é novamente estudar mais para ter um emprego melhor, criando- se assim um ciclo interminável.

Como os ricos pensam

A mentalidade dos ricos é extremamente diferente da mentalidade da classe média e pobre. Enquanto a classe média trabalha para ter uma vida confortável e para sustentar os seus luxos, os ricos trabalham arduamente para aumentar a sua pilha de ativos.

Enquanto as pessoas “comuns” trabalham para outras pessoas a fim de receberem pelo seu trabalho no final do mês, os ricos se esforçam para ter empregados que gerem dinheiro para eles. Dessa forma, quanto mais os ricos trabalham junto com os seus empregados para gerar esses ativos, menos irão trabalhar no futuro, ao contrário dos empregados e autônomos que sempre terão trabalhar mais para ganhar mais.

Como a mentalidade capitalista entrou na sua cabeça

Você já parou para pensar no porquê que você tem esses impulsos consumistas que o(a) fazem muitas vezes contrair dúvidas para adquirir alguma coisa? Quem colocou isso na nossa cabeça foram os ricos para que queiramos ser como eles sem saber como fazer isso.

Pense, por exemplo, num anúncio de uma margarina que passa nos comerciais de um programa. O anúncio não vende somente a margarina, vende também a cozinha maravilhosa, o vestuário bonito dos atores, à casa arrumada, grande e bonita, vende todo um estilo de vida que a maioria de nós, pobres mortais, luta a vida inteira para conseguir sem sucesso. Por quê? Porque não nos é ensinado como lidar com dinheiro.

Dicas para passar a pensar como os ricos

Existem algumas dicas que irão te ajudar a trabalhar os seus pensamentos para que você comece a pensar de forma mais parecida com os ricos. Veja abaixo:

Nunca diga que você não pode comprar algo

Essa é uma frase que ouvimos muito por aí, principalmente quando vemos aquele carro maravilhoso e estupidamente caro, ou aquela televisão de plasma de 50 polegadas, igualmente estupidamente cara. O problema é que falar que você não pode comprar isso é errado, porque você pode! Uma pessoa com a mentalidade de uma pessoa rica ao invés de se conformar em nunca ter o seu objeto de desejo, perguntaria para si mesma como seria possível conseguir dinheiro para alcançar esse sonho. Comece a se fazer essa pergunta: “Como posso conseguir dinheiro para comprar isso?”.

Riscos não são tão ruins se você souber controla-los

Muitas pessoas que buscam segurança em um emprego tem medo de começar um negócio próprio ou investir por causa dos riscos envolvidos. O problema é que mais uma vez essas pessoas não enxergam a oportunidade por trás dos fatos. Se você estudar para aprender como contornar esses riscos, você terá nas suas mãos uma oportunidade relativamente segura. E digo mais… Uma oportunidade que a maioria das pessoas que buscam segurança num emprego não vão aproveitar (ou seja, a concorrência será menor, o que por si só já diminui um pouco esses riscos).

Cuidado com o poder das palavras

Cuidado com o que você fala para você mesmo. Se você diz que nunca será rico, que nunca terá dinheiro sobrando, é bem provável que isso aconteça. Já se você falar para si mesmo que um dia você terá o conforto que deseja e ainda sobrará dinheiro, é bem possível que você se anime mais para conseguir lutar por isso.

6 Segredos para o sucesso por Arnold Schwarzenegger!

Arnold Schwarzenegger, considerado por muitos o maior fisiculturista de todos os tempos, além de ator e ex-governador da Califórnia, fez há alguns anos atrás discursa sobre os 6 segredos para o sucesso, que são um fato.

 

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Abaixo, redijo com as minhas palavras, de forma mais clara, o que ele disse:

Segredo 1: acredite em você mesmo.

O mais importante é perguntar para si mesmo: “Quem eu quero ser”. Lembre-se que quem você quer ser, é mais importante do que o que seus pais, professores e amigos pensam. Pense em você, no que te faz feliz. Não importa quão insano isso possa soar para as pessoas.

Portanto, a regra número 1 é confiar em você mesmo e não se importar com o que as outras pessoas pensam.

Segredo 2: quebre as regras.

Há tantas regras para tudo que há no mundo. Quebre essas regras, não a lei, mas sim as regras. É impossível ser um dissidente ou muito original se você se comporta muito bem e não queira quebrar nenhuma regra. Você tem que pensar fora da caixa.

Qual é a razão de estar nesse mundo, se tentarmos sempre agradar a todos e não termos nenhum problema?

Segredo 3: não tenha medo de falhar.

Por mais louco que possa parece, busque sempre errar. Mesmo que seus pais digam para você aprender com os erros deles, entenda: a experiência ensina completamente, porém, ela é comparável à moda. Ou seja, uma ação que resulta em êxito hoje, será inaproveitável e impraticável amanhã.

Você pode não vencer sempre, mas não tenha medo de tomar decisões. Você não pode ficar paralisado por medo ou fracasso. Caso contrário, você nunca se esforçará. Você continua se esforçando, porque você acredita em você e em sua visão. E você sabe que é a coisa certa a fazer. O sucesso virá. Então, não tenha medo de fracassar.

Segredo 4: ignore as pessoas que dizem “não”.

Quantas vezes você ouviu “você não pode fazer isso, nem aquilo”, ou “isso nunca foi feito antes”? Acredite, é melhor quando alguém diz “nunca ninguém fez isso”, porque se você o fizer, quer dizer que será o primeiro a fazê-lo.

Segredo 5: se esforce ao máximo.

Muhammad Ali, um dos maiores boxeadores de todos os tempos, tinha uma grande frase nos anos 70. Quando perguntaram a ele “Quantas abdominais você faz?”, ele disse “Eu não conto as minhas abdominais. Eu só começo a contar quando começa a doer. Quando eu sinto a dor, é nesse momento que eu começo a contar, porque é isso que realmente conta”. É isso que te faz um campeão. É desse jeito com qualquer coisa: NO PAIN, NO GAIN.

Enquanto você está aí, de bobeira, alguém nesse mesmo momento aí fora está trabalhando duro. Alguém está ficando mais inteligente e alguém está vencendo. Lembre-se disso. Mas se você quer vencer, não há absolutamente nenhum atalho, somente trabalho duro. Nenhuma das regras de sucesso funcionará a menos que você faça isso.

Segredo 6: retribua.

Seja qual for o caminho que você escolha em sua vida, você precisa sempre encontrar tempo para retribuir. Dar algo de volta à sua comunidade, ao seu estado, ao seu país. Ajudar as pessoas trará a você mais satisfação que qualquer outra coisa que você já fez.

A partir de hoje, assim que você se preparar para sair de casa, lembre-se dessas 6 regras e tenho certeza que sua vida mudará!

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O segredo do sucesso!

Hoje quero compartilhar com vocês um artigo que foi publicado na revista Superinteressante falando sobre a fórmula do Sucesso, e eu achei “super interessante”, veja abaixo e faça seu comentário.

Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que levam ao sucesso. Treino tem a ver. Fracasso também. Descubra por que algumas pessoas se dão bem na vida – e veja o que você pode fazer para chegar lá.

Você chega cedo ao trabalho, entrega tudo no prazo, se dá bem com seus colegas e conhece os processos como ninguém. Ainda assim, está há anos no mesmo cargo, fazendo o arroz com feijão de sempre. De repente, chega um novato na área. Ele é jovem, tem as roupas da moda, se deu bem com a chefia e, pior, começou a abocanhar os melhores projetos. Em 6 meses lá está ele, promovido, na vaga que deveria ser sua. Em dois anos, ele virou seu chefe. No fim, você teve de reconhecer o talento do novato e aceitar que você não nasceu para ser chefe. Mas será que é isso mesmo? O que as pessoas bem-sucedidas têm que você não tem? A resposta, dolorida, é: nada. Absolutamente nada. Seu chefe, o dono da empresa, o Kaká e o presidente Lula não vieram ao mundo com um sinal gravado nos genes que diga: eu nasci para brilhar. Muito menos têm um talento inato que você não possui. Para desespero dos medíocres da nação, a ciência está descobrindo que todo mundo (e isso inclui você) teria potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote. Aqui você vai descobrir como – e o que pode dar errado no meio do caminho.

É difícil se acostumar com a ideia de que nascemos todos com as mesmas chances de brilhar. Principalmente quando olhamos para aquelas pessoas que parecem ter habilidades sobrenaturais – aquelas que fazem você se lembrar diariamente das suas limitações: as crianças prodígios, por exemplo. A maior de todas as crianças prodígios foi Wolfgang Amadeus Mozart (perto dele, a menina Maysa é amadora). Aos 3 anos, o austríaco começou a tocar piano, aos 5 já compunha, aos 6 se apresentava para o rei da Bavária de olhos vendados, aos 12 terminou sua primeira ópera. Há séculos, ele vem sendo citado como prova absoluta de que talento é uma coisa que vem de nascença para alguns escolhidos. Mas parece que não é bem assim. A vocação de Mozart não apareceu do nada. Seu pai era professor de música e desde cedo dedicou sua vida a educar o filho. Quando criança, Mozart passava boa parte dos dias na frente do piano. As primeiras peças que compôs não eram obras-primas – pelo contrário, contêm muitas repetições e melodias que já existiam. Os críticos de música, aliás, consideram que a primeira obra realmente genial que o austríaco escreveu foi um concerto de 1777, quando o músico já tinha 21 anos de idade. Ou seja, apesar de ter começado muito cedo, Mozart só compôs algo digno de gênio depois de 15 anos de treino.

A regra das 10 mil horas

Quer brilhar muito na vida? Passe 10 mil horas praticando. Pelo menos, foi isso que os grandes especialistas de todas as áreas fizeram.

Os genes não determinam o sucesso. Isso é bom, porque quer dizer que basta você se esforçar para melhorar o seu desempenho. E isso é ruim também, porque você depende apenas do seu suor para chegar lá. Suor, no caso, são 10 mil horas. Entenda aqui o tamanho da encrenca:

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O mesmo pode ser observado com talentos das mais diversas áreas. Ronaldo, o Fenômeno, tinha de ser arrancado dos campos de futebol quando criança porque não queria fazer nada que não fosse jogar bola. Os técnicos de Michael Jordan se lembram de que o jogador era sempre o primeiro a chegar aos treinos e o último a ir embora. E mesmo Bill Gates, como bom nerd que era, não fez sua fortuna do nada: quando adolescente, ele passou boa parte da sua (não muito agitada) vida programando computadores enfurnado numa sala da Universidade da Califórnia. Ou seja, mesmo aquelas pessoas bem-sucedidas, que parecem esbanjar talento, ralaram muito antes de chegar lá.

Isso faz todo sentido, se considerarmos a nova maneira como os cientistas têm enxergado a influência dos genes na formação de talentos. Aquilo que costumamos chamar de “talento natural para liderança” ou “aptidão nata para os esportes” parece não ter nenhuma relação com o nosso DNA. “Não há nenhuma evidência de que exista uma causa genética para o sucesso ou o talento de alguém”, diz Anders Ericsson, professor de psicologia da Universidade da Flórida que há 20 anos estuda por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras. A questão aí reside no fato de os genes (e sua interação com a nossa vida) serem um assunto tremendamente complexo – que dá pesadelos até nos geneticistas mais gabaritados. Já se sabe, por exemplo, que até mesmo traços diretamente ditados pelo DNA, como a cor dos nossos olhos, são definidos por mais de um gene que se relacionam entre si. O que dizer, então, de atributos mais complexos?

Há alguns anos, o fetiche dos laboratórios tem sido relacionar genes a traços de personalidade ou a propensões para desenvolver distúrbios psiquiátricos. O mais famoso deles é o 5-HTTLPR, que em 2003 virou notícia ao ser chamado de o “gene da depressão”. Ele previa uma interação com o ambiente: quem tivesse sofrido um trauma pessoal e carregasse o 5-HTTLPR em seu DNA teria também alta probabilidade de ficar deprimido. Muitos outros estudos foram no embalo dessa descoberta, e logo vieram à luz genes que explicavam a ansiedade, o déficit de atenção, a hiperatividade e até a psicopatia. No ano passado, no entanto, uma série de novos estudos virou essas descobertas de ponta-cabeça. Numa revisão que incluiu todas as pesquisas já feitas sobre o gene da depressão, concluiu-se que era impossível concluir que ele influísse na doença. (Isso, sim, é deprimente.) Já com os outros distúrbios, as descobertas foram ainda mais intrigantes. Os mesmos genes que causariam ansiedade, psicopatia, hiperatividade etc. podiam ter os efeitos opostos dependendo do ambiente em que o portador fosse criado. Ou seja, quem carrega esses genes “malditos”, mas não passa por traumas, será muito mais ajustado do que quem não tem essas mutações. E o que se conclui disso tudo? Bem, que os cientistas ainda vão quebrar a cabeça por muito tempo. Se não dá nem pra dizer que existe um gene da depressão, como falar, então, do gene da “habilidade-de-driblar-adversários-e-chutar-a-bola-no-gol”? Ou seja, ainda não há consenso entre os cientistas de que exista talento para futebol (ou pra música ou pra gerir uma empresa). Pelo menos, não um ditado pelo DNA.

99% transpiração

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Em 1992, pesquisadores ingleses e alemães resolveram estudar pessoas talentosas para entender o que as diferenciava dos reles mortais. Para isso, investigaram pianistas profissionais e os compararam com pessoas que tinham apenas começado a estudar, mas desistido. (Pianistas são excelentes cobaias porque seu talento é mensurável: ou eles sabem executar a música ou não sabem). O problema foi que os cientistas não conseguiram achar ninguém com habilidades sobrenaturais entre as 257 pessoas investigadas – todos eram igualmente dotados. A única diferença encontrada entre os dois grupos é que os pianistas fracassados tinham passado muito menos tempo estudando do que os bem-sucedidos. Quer dizer, não é que faltou talento para os amadores virarem mestres – faltou dedicação.

Ok, isso não é novidade. Todo mundo sabe que a prática leva à perfeição. A novidade é que, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir o tempo necessário de estudo para alguém se destacar internacionalmente em alguma área: 10 mil horas. Foi a esse número que o especialista em sucesso Anders Ericsson chegou depois de observar os grandes talentos das mais diversas áreas. Todo mundo que foi alguém, ele concluiu, do campeão de xadrez Kasparov ao Steve Jobs, ficou esse tempo todo aperfeiçoando seu ofício. E não estamos falando de exercícios leves. O que realmente faz alguém ficar bom em algo é treino duro, dolorido, no limite do executável. No fim das contas, é treino tão difícil que modifica seu cérebro. (Só para constar: estima-se que aos 6 anos Mozart já tivesse estudado piano durante 3 500 horas. Quer dizer, ele não era talentoso, era assustadoramente dedicado.)

É aí que está a chave do sucesso: no cérebro (pra variar). Nosso cérebro é formado por duas partes principais: a massa cinzenta (os neurônios) e a massa branca. Durante muito tempo, acreditamos que a capacidade cerebral estava escondida nos neurônios. Nos últimos 5 anos, no entanto, neurologistas e psiquiatras resolveram estudar a massa branca, que até então era ignorada. O que eles descobriram mudou a maneira de entender as habilidades.

A massa branca é formada principalmente por mielina, um tipo de gordura que envolve os axônios (aquele rabinho comprido que todo neurônio tem). Ela serve de isolante para os impulsos elétricos que percorrem o cérebro. Sempre se soube que a mielina estava distribuída de forma irregular ao redor dos neurônios, mas só agora descobriu-se por quê. Ela é depositada sobre as células nervosas com o intuito de melhorar a condução da eletricidade. A distribuição desigual serve para deixar os impulsos elétricos mais precisos – para chegarem ao mesmo tempo nos neurônios, por exemplo (veja no quadro abaixo). À medida que os impulsos elétricos se tornam precisos, eles coordenam melhor os nossos movimentos e pensamentos. Isso vale para qualquer tipo de ação: de jogar basquete a entender física quântica ou falar em público. “Quando você pratica algo, a mielina se deposita e os sinais entre as sinapses vão ficando mais eficientes. A mielinização leva à perfeição”, diz George Bartzokis, professor de psiquiatria da Universidade da Califórnia, maior especialista do assunto no mundo. Esse processo é tão importante que até um bebê recém-nascido só abre os olhos depois que a mielina em seu cérebro se depositou nos lugares certos. Da mesma forma, afirma Bartzokis, um idoso perde sua mobilidade não porque seus músculos se atrofiaram, mas porque a mielina do cérebro decaiu.

Pane no sistema

Para a mielinização ser mais eficiente, é preciso errar muito e sempre. Você já deve ter sentido isso na pele. Quando cai da bicicleta ou leva uma bronca do seu chefe por causa de um relatório malfeito, você vai se esforçar em dobro para o escorregão não acontecer de novo. “Se você sempre repetir aquilo que já sabe, não há evolução. O ideal é falhar tentando algo novo e mais difícil”, diz Anders Ericsson. É nessa condição que a mielina é mais eficientemente espalhada pelo cérebro. Os que erram – e treinam mais – são também recompensados. Isso é visível em ressonâncias magnéticas. Músicos, escritores e crianças que tiram nota alta têm muito mais massa branca do que seus pares “comuns”. Quem, aliás, era recordista em massa branca era Einstein. Quando o cérebro do físico foi dissecado, notou-se, entre outras coisas, uma quantidade anormal de mielina. “Quem nunca errou nunca fez nada de novo”, dizia ele.

Na teoria, a mielina é muito linda: ela recompensa quem se esforça e qualquer um pode ser bem-sucedido. Mas, como tudo na vida, há algumas limitações (ou você acreditava realmente que poderia ser como o Kaká?). O auge da mielinização acontece durante a infância, quando toda forma de atividade é novidade e tem de ser aprendida: de abrir os olhos a usar os talheres. Até os 30 anos, ela continua em alta escala – e é justamente quando se aprendem novas habilidades com facilidade. Até os 50, a mielina ainda pode ser ajustada em direção a um ou outro aprendizado. Depois disso, infelizmente, as perdas são maiores que os ganhos. A mielinização continua, mas para preservar as aptidões já adquiridas. Ou seja, a má notícia é que, se você quisesse ter sido o Kaká, deveria ter começado cedo. Já a boa é que, se você se contenta em apenas melhorar o seu trabalho para ser promovido, há tempo de sobra.

Além da idade, há algumas limitações sérias. Há cérebros mais preparados para mielinizar do que outros. Por exemplo, quem não consegue metabolizar apolipoproteínas já sai perdendo. Elas são proteínas que se ligam às gorduras (o colesterol, principalmente) e têm grande influência na produção de mielina. (Mielina tem muito colesterol. Por isso, se você andava cortando o ovo com medo de problemas cardíacos, pense que isso pode estar emburrecendo você. Não é à toa também que médicos ultimamente têm receitado ovo para pacientes com Alzheimer – ele parece influir nas habilidades do cérebro.) Essa disfunção pode ser detectada numa análise genética, mas, adivinhe só, como tudo que envolve genes, ainda não está esclarecida.

Tem que lutar, não se abater

Se treino é responsável por boa parte do sucesso das pessoas que chegaram ao ponto mais alto do pódio (outros fatores virão), é preciso entender o que as levou a se esforçar tanto. Quem passa 10 mil horas da vida se dedicando a qualquer coisa que seja tem pelo menos uma característica muito ressaltada: o autocontrole. É ele que permite que a pessoa não se lembre que seria muito mais legal dormir ou estar no bar do que trabalhando. O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento – era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações – passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.

A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento – por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade.

Motivação e ambição são um negócio meio misterioso, na verdade. Não funciona para todos da mesma maneira. “A maioria das pessoas sonha com um emprego estável, um salário aceitável, um chefe legal. Nem todo mundo tem ambição e quer crescer o tempo todo”, diz Marcelo Ribeiro, professor do departamento de psicologia social e do trabalho da USP. Evolucionariamente, isso também faz todo o sentido. Durante séculos de seleção natural, alguns poucos ambiciosos foram escolhidos para conquistar os melhores pares, os maiores pedaços de comida e os cargos de liderança. Infelizmente, toda essa fartura não pode ir para todos – e a maioria teve de aprender a se satisfazer com o pouco que sobrou.

Dinheiro também não é a solução para todos os problemas. Nem sempre ele funciona como um bom motivador. (Não deixe seu chefe ler isso, se você estiver querendo um aumento.) Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. Não é à toa, então, que empresas que esperam resultados inovadores têm horários e cobranças flexíveis – para esses funcionários, fazer a diferença e a ilusão de independência valem mais do que ganhar bem. “O desejo de atribuir significado ao nosso trabalho é uma parte inata e inflexível da nossa composição. É pelo fato de sermos animais concentrados no significado que podemos pensar em nos render a uma carreira ajudando a levar água potável à Malaui rural”, escreve o filósofo pop francês Alain de Botton, em seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho.

Agulha no palheiro

Christopher Langan e Robert Oppenheimer eram dois americanos de QI sobre-humano (o de Christopher é um dos maiores de que se tem notícia: 195. O QI de Einstein, por exemplo, era 150). Christopher aprendeu a ler sozinho aos 3 anos, aos 15 desenhava retratos tão realistas que pareciam fotografias, aos 16 gabaritou o vestibular e perto dos 20 decidiu dedicar sua vida à física teórica. Já Robert fazia experimentos químicos complexos aos 8 anos de idade, aos 9 já falava grego e latim e aos 22 tinha concluído seu doutorado, com passagens pelas Universidades Harvard e de Cambridge. Os dois, além de gênios, eram esforçados e passaram a juventude enfurnados em livros – alcançaram facilmente a marca das 10 mil horas de estudo. Robert virou um dos físicos mais importantes do século 20 e ficou conhecido como o “pai da bomba atômica”, pois liderou o time que desenvolveu a arma durante a 2ª Guerra Mundial. Já Christopher fracassou. Largou a faculdade em pouco mais de um ano. Trabalhou como garçom, operário da construção civil e zelador. Hoje, vive enfurnado em casa, sozinho, tentando elaborar uma teoria geral que explique o Universo inteiro. O que foi que deu errado com Christopher?

É duro dizer, mas sucesso depende também de uma boa quantidade de sorte. Estar na hora e lugar certos é muito importante – às vezes até mais do que as horas de treino. Christopher Langan, por exemplo, nasceu em uma família pobre. Chegou à faculdade porque ganhou uma bolsa de estudo. Mas teve de largar as aulas depois de perdê-la, porque sua mãe, que nunca acompanhou ou incentivou seus estudos, esqueceu-se de renovar o contrato que daria ao filho mais um ano de estudos grátis. Sim, ele deu muito azar. Não por causa da mãe desleixada – mas porque nasceu em uma família desestruturada. Um estudo feito na Universidade do Kansas mostrou que crianças que crescem em classes sociais mais baixas ouvem, em média, 32 milhões de palavras a menos nos primeiros 4 anos de vida do que seus colegas abastados (sim, alguém contou). Além disso, elas são expostas a um vocabulário menos variado e não são incluídas nas conversas “de adulto”. Isso pode não ter consequências diretas na inteligência das crianças, mas tem na maneira como elas se relacionam com as pessoas.

Ter habilidade social, aliás, é fator determinante para ser bem-sucedido. E é esse o elemento que foge das estatísticas da ciência. Em áreas em que os mais talentosos são sempre recompensados, como nos esportes ou na música, a regra das 10 mil horas e a importância da persistência fazem sempre sentido. Mas, em ambientes onde a competição é velada, como nos escritórios, o talento pode facilmente ficar em segundo plano – e perder importância para o tête-à-tête, as famosas afinidades. “A personalidade de uma pessoa afeta não só a escolha do trabalho mas, mais importante, quão bem-sucedida ela vai ser na carreira”, diz Timothy Judge, especialista em carreira e personalidade da Universidade da Flórida. Timothy revisou 3 estudos longitudinais de personalidade que acompanharam a carreira de mais de 500 pessoas e chegou a conclusões interessantes. Pessoas autoconscientes, racionais e que pensam antes de agir costumam ganhar mais e subir mais cargos. Já quem é extrovertido e emocionalmente estável é mais feliz. Para o pesquisador, depois de anos observando as pesquisas, subir de status pode ser importante, mas o fator mais determinante para o sucesso ainda é sentir-se realizado. “Se a pessoa está infeliz no trabalho, tem de descobrir o que está atrapalhando. Senão o sucesso não vem mesmo.”

A fórmula do sucesso

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Fonte: Super.abril.com.br

Como ser um gestor de segurança de sucesso?

O mundo dos negócios esta cada vez mais complexo e as empresas precisam ficar cada vez mais competitivas para preservarem seu lugar no mercado.

Para isso, ela tem que buscar ser mais eficiente eficaz e efetiva. Nesta busca, o combate às perdas é essencial, e neste cenário, o gestor do segurança corporativa vai ter um papel fundamental para a manutenção da competitividade empresarial, mas para alcançar este objetivo, ele tem que ser um profissional altamente qualificado.

Para que o gestor seja o profissional que a empresa precisa ele tem que ser altamente competente. E o que é competência?

Dutra, Hipólito & Silva (1998) conceituam a competência como sendo a aptidão da pessoa em provocar resultados dentro do escopo organizacional.

A gestão de competências é uma forma avançada de administrar pessoas, sendo que sua sustentação está nos conhecimentos requeridos pela empresa para que seus objetivos sejam alcançados e na maneira como esses conhecimentos são disseminados entre os profissionais.

Zarifiam (2001) define competência como a aptidão que um indivíduo tem em ser proativo, de ir além do que está previsto. O autor ainda relaciona a competência com o conhecimento prático de experiências antecedentes.

Para Ruano (2003) a gestão de competências está diretamente ligada à área estratégica da empresa, se constituindo em um recurso importante para a gestão de pessoas e a organização, tendo como consequência uma atuação voltada para resultado e fornecendo suporte para o cumprimento dos objetivos e metas organizacionais.

Para Marras (2000), entre os diversos fatores que fazem com que uma empresa invista em seu funcionário, estão:

  • Quociente de inteligência;
  • Nível de inteligência emocional;
  • Qualidade educacional;
  • Identificação com a cultura organizacional;
  • Nível motivacional;
  • Habilidade negocial, técnica e/ou decisória;
  • Espírito de liderança;
  • Maturidade;
  • Background sólido;
  • Trajetória estável.

É importante ressaltar que os fatores descritos por Marras (2000) envolvem competências relacionadas com o comportamento do profissional.

Rabaglio (2001) expõe que as competências também podem ser categorizadas em:

  • Básicas: são relacionadas à cultura organizacional e demonstradas nos Currículos de todos os profissionais da empresa.
  • Diferenciadoras: são os comportamentos de maior frequência nos profissionais excelentes e que se distinguem dos profissionais proficientes.
  • Estratégicas: são as competências percebidas como essenciais para viabilizar a visão estratégica da organização.

Todas elas são levadas em consideração na avaliação de desempenho dentre da realidade e cultura da organização.

Segundo Durand (1998 e 1999) apud Vieira (2002) a competência é baseada em três dimensões – Knowledge, Know-How and Attitudes (conhecimento, habilidade e atitude), englobando não somente as questões técnicas, mas também de cognição, necessárias à execução de um determinado trabalho.

COMPE

A junção das três iniciais (CHA) é tudo o que uma função/cargo de uma empresa exige para que o serviço/produto seja bem administrado e de boa qualidade. No entanto, estas atribuições precisam estar bem definidas e atualizadas. Rabaglio (2001) define significados para essas letras, assim como segue:

  • C – conhecimento = significa conhecimento sobre um determinado assunto. Diz respeito à pessoa dominar um determinado Know-how a respeito de algo que tenha valor para empresa e para ela mesma. É o saber.
  • H – habilidade = significa habilidade para produzir resultados com o conhecimento que se possui. Diz respeito à pessoa conseguir fazer algum uso real do conhecimento que têm, produzindo algo efetivamente. É o saber fazer.
  • A – atitude = significa atitude assertiva e pró ativa – iniciativa. Diz respeito ao indivíduo não esperar as coisas acontecerem ou alguém ter que dar ordens, e fazer o que percebe que deve ser feito por conta própria. É o querer fazer.

Conclui-se que para que gestor de segurança tenha sucesso profissional ele precisa necessariamente ter bem definido o conhecimento sobre um determinado assunto, habilidade para produzir resultados com o conhecimento que possui e atitude assertiva e pró ativa (iniciativa), não devendo estar totalmente focado nos extremos, ou seja, parte prática (operacional) ou parte teórica (acadêmico). Ele deve buscar crescer na área acadêmica e aprimorar o conhecimento técnico adquirido.

Então não espere mais tempo, comece agora a ser um gestor de segurança de sucesso, adote uma  atitude assertiva e pró ativa (iniciativa), invista em sua carreira profissional, maximize seus conhecimentos profissionais e melhore sua habilidade para produzir resultados com os conhecimentos que você adquiriu treinando, treinando treinando e treinando….

Felicidades e Sucesso!

A ferramenta que eu utilizo e recomendo para você elaborar os projetos de gerenciamento de risco corporativo com tecnicidade e com a linguagem executiva que a diretoria de sua empresa ou cliente deseja, facilitando a defesa dos estudos e a interpretação do que deverá ser implantado na sua empresa ou cliente é a PLANILHA DE GERENCIAMENTO DE RISCO CORPORATIVO.

Clique aqui e conheça essa ferramenta!

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Como conquistar o sucesso – por Will Smith

O que você precisa para fazer a diferença?

Como pode construir o seu sucesso?

Segue abaixo uma coletânea de frases do ator americano Will Smith com muitas lições valiosas que estão neste vídeo.

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Algumas Frases de Destaques Desse Vídeo:

“A grandeza é algo que está dentro de cada um de nós… Então, a partir daí, você faz o que precisa fazer.”

“A separação de talento e habilidade é um dos piores conceitos para as pessoas que estão tentando se sobressair, que têm sonhos, que querem fazer as coisas. Talento você tem naturalmente. Habilidade só é desenvolvida por horas e horas de prática.”

“Eu realmente nunca me vejo como particularmente talentoso. Onde eu me sobressaio é ridículo, revoltante, ética de trabalho. Enquanto o outro está dormindo, eu estou trabalhando. Enquanto o outro está comendo, eu estou trabalhando.”

“Não há nenhuma maneira fácil em torno disso. Não importa o quanto você é talentoso, seu talento vai falhar se você não estiver qualificado. Se você não estudar, se você não trabalhar muito e se dedicar a ser melhor a cada dia.”

“Você coloca um tijolo de cada vez, todos os dias, e logo você tem uma parede.”

“Eu quero fazer o bem. Eu quero que o mundo seja um lugar melhor porque eu estive aqui.”

“Se você não está fazendo a vida de alguém melhor, então você está desperdiçando seu tempo. Sua vida vai se tornar melhor, tornando a vida de outras pessoas melhor.”

“Você precisa acreditar que pode fazer a diferença.”

“Compreendo que para ter o nível de sucesso que eu quero ter, é difícil espalhar e fazer múltiplas coisas. Leva esse desesperado, obsessivo foco. Você realmente precisa ter foco com todas as suas fibras, todo seu coração e toda sua criatividade.”

“Sou motivado pelo medo… Medo de ter medo. Eu odeio ter medo de fazer algo.”

“Nunca deixe alguém te dizer que você não pode fazer algo. Nem mesmo eu.” (do filme “À Procura da Felicidade”)